Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 11/10/2020

De acordo com Nelson Mandela, antigo líder da moderna nação africana, a educação é o grande motor do desenvolvimento pessoal. Sob essa perspectiva, a educação possui um caráter progressista, posto que intervém excepcionalmente na formação de um indivíduo. No entanto, ações educativas passaram a receber uma relevância insignificativa, uma vez que a prática da leitura  se tornou um desafio no Brasil, em virtude da falta de investimentos dos governos estaduais e insuficiência legislativa. Logo, faz-se imperiosa a solução desse problema para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Convém ressaltar, a princípio, que a omissão das posturas governamentais é um fator determinante na persistência do problema. Conforme o filósofo grego Sócrates, o segredo da mudança é o foco não na luta contra o velho, mas na construção do novo. Contudo, o que se verifica no cenário atual é uma desaplicação dos governos estaduais que negligenciam a institucionalização  de bibliotecas em municípios primitivos economicamente, o que corrobora indiligência das entidades governamentais. Portanto, faz-se imprescindível a dissolução dessa conjuntura.

Ademais, é valido salientar que a insuficiência legislativa atua como impulsionador do problema. Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direto à educação e ao bem estar social. Entretanto, no campo contemporâneo, o que se confirma é um contexto de falha dos conceitos legislativo o que confirma a negligência legislativa.

Em suma, são necessárias medidas que atenuem o desafio para a prática da leitura no Brasil. Logo, faz-se necessário que os Governos Estaduais, em parceria com a Secretaria de Educação, promovam a criação de bibliotecas em municípios humildes com a finalidade de assegurar  a prática da leituras para a parcela populacional que não possui acesso à esse recurso.

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