Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 12/10/2020

No livro “A menina que roubava livros”, a personagem principal vivia um período caótico durante a segunda guerra mundial, para ter um ponto de refugio ela usava a leitura que lhe agregava diversos benefícios. Distante da ficção, o que ocorre é justamente o oposto em virtude ao péssimo incentivo escolar e domiciliar junto com o grande preço dos livros.       Primeiramente, cabe analisar o método de incentivo de leitura nas escolas e no âmbito domiciliar. Demonstrado na obra cinematográfica “Capitão Fantástico”, uma família isolada socialmente usa como artificio de união domestica e ferramenta de conhecimento os livros incentivados pelo pai. Entretanto, a realidade da promoção da leitura é outra, uma vez que as instituições de ensino usam livro como mecanismo avaliativo além da escolha de livro não contemporâneos gerando assim um desprazer na leitura. Além disso, no ambiente familiar pouco de presencia a pratica da leitura devido aos preconceitos e mitos entorno da mesma.

Ademais, se faz necessário ressaltar os altos preços dos livros. Foi durante o romantismo que a leitura começou a se tornar uma pratica caso possui-se uma boa condição financeira. Dito isto, parece que a mesma parcela de pessoas vem usufruído desse habito haja visto que menos de 50% da população lê apenas 4 livros anuais, segundo a página eletrônica Edição do Brasil.

Tendo em vista essas questões no atual cenário brasileiro em relação a pratica da leitura é preciso mudanças. Cabe então ao Ministério da Educação crie eventos e aulas com fito de ler obras em grupo para facilitar a compressão da obra com diferentes visões apresentadas por alunos e professores, tendo em vista que a geração de afeto com o livro e pessoas pode incentivar a pratica. Adicionado a isso, as escolas deverão promover reuniões com os estudantes e pais para discutir o habito da leitura com palestra de pedagogos ensinando com implementar esse habito na família.