Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 21/10/2020
A educação técnica e científica só começou a ser abordada no Brasil após a vinda da família real portuguesa em 1808, porém era exclusiva da classe alta presente na nação. Hodiernamente, essa situação mudou, todavia ainda apresenta um certo descaso, exemplificado pela falta de investimento e de incentivo nessa área.
À vista disso, a Constituição de 1988, a qual é vigente no país, rege que todos os cidadãos têm direito à educação. Entretanto, como já exposto anteriormente, a ausência de aplicação é alarmante. Enunciado isso, pode-se mencionar o menosprezo às bibliotecas e escolas públicas, em relação à escassez de materiais e de atualização de livros, atrapalhando até mesmo o trabalho dos educadores.
Além disso, a socialização primária é uma importante base para a instigação da interpretação e da obtenção de ensinos. Tal estímulo é de fundamental valor para a sociedade, como já citou Elaine Sekimura: ‘‘Incentivar a leitura é a forma mais eficaz de disseminar cultura e valores, incitar a imaginação e despertar a criatividade’’. Demonstrando assim, como é imprescindível para a população tais conhecimentos.
Em virtude dos aspectos mencionados, é de extrema dimensão que sejam tomadas medidas para acabar com a ausência de inversão nesse âmbito. Desse modo, cabe ao Ministério da Educação promover exposições literárias em praças, principalmente em locais com moradores de baixa renda, por meio de campanhas que estimulem a leitura e o conhecimento, a fim de melhorar a acessibilidade da sociedade aos livros e proporcionar momentos de aprendizagem. Uma vez que isso favorecerá toda a comunidade, afinal, como a ideia do filósofo Francis Bancon, conhecimento é poder.