Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 22/10/2020
Na Grécia Clássica, séc V e IV a.C, os homens que detinham conhecimento eram chamados de sábios, porém não havia livros para transmissão do saber, a aprendizagem era fruto de observações sobre coisas naturais, como o sol, a água, o ar, o fogo. Nesse sentido, os desafios para prática da leitura no Brasil, trata-se de um apelo do comércio à atividade literária.
Os sábios e filósofos fundamentavam o saber, sobretudo pela observação. Então, com o passar do tempo, começou-se a registrar: os egípcios em papiros, os romanos e gregos em pedra sabão. Logo, vê-se que até chegar ao moderno livro da Editora Sextante, óbices existiram.
Portanto, embora toda dificuldade, temporal ou tecnológica, os riscos eram grandes, sobretudo divulgar um conhecimento avançado, sobremaneira, à época. Era perigoso, a Igreja condenava pessoas.
Em verdade, acerca do que se encontrou sobre hábitos, rituais, métodos científicos, nada obstou em custos, embora obstáculos foram pontuados. Assim, se 44 ou 50% da população não tem hábitos de leitura, ou se o livro sofrerá reajustes: é justo, pois bens de consumo custam, bem como combustíveis, energia e outrem.
Nessa lógica, a Confederação Nacional do Livro (CNL), do Comércio e Editoras vêem a dificuldade por um prisma caótico, haja vista que não é viável relacionar ou mensurar por essa ótica, considerando que parte do contingente não lê em razão do preço(custos).
Enfim, em que pese os argumentos, a fim de proporcionar uma solução, sugere-se, sobretudo à iniciativa privada, bem como ao Estado, envidarem esforços em suas estratégias financeiras e investimentos, de modo a erradicar o analfabetismo: proporcionando mais qualidade ao ensino, remunerando de forma justa e parcimoniosa o professor, exigindo dos pais para que levem seus filhos à escola. Dessa forma, é fato que desafios possam existir, entretanto, necessário se faz enfrentá-los, pois a virtude está naquele que persevera, não no que esmorece.