Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 29/10/2020

No contexto da adaptação cinematográfica ,Matilda,a criança mágica,encontra no poder dos livros um enfrentamento contra a solidão,e com a leitura e suas adquiridas habilidades de interpretação a jovem consegue aprender sobre adoção,assim garantir um futuro melhor.Entretanto,no Brasil,a prática da leitura fica à desejar,dados da pesquisa Retratos da leitura do Instituto pró livro,comprova que o brasileiro lê em média 4.96 livros por anos,um número extremamente baixo para o tamanho da população.Logo mecanismos devem ser criados para incentivar a leitura aumentar no Brasil.

Primeiramente,no contexto brasileiro colonial,o acesso aos livros era apenas permitido para elites que assim poderiam usufruir deles,de tal forma em um país que ocupa o sétimo lugar no ranking de desigualdade social,a leitura desdo início foi um elemento segregacionista.Então,atualmente com livros sendo taxados e custando caro,há ainda a dificuldade de democratizar o hábito de ler,bem como,a falta de incentivo por parte dos responsáveis,contaminados pela era digital,preferem comprar celulares para as crianças do que livros,por consequinte há números decadentes relacionados a este hábito no país.

Entretanto,apesar do livro ser instrumento popular de resgate ao senso crítico,à aprendizagem,e à diversão,o filósofo,António Lobo Antunes,diz que uma sociedade que nunca lê se tornará uma sociedade escrava,assim no Brasil,um país vítima constante de notícias falsas,propagadas principalmente pelo alto número de aparelhos tecnologicos,a leitura é um grande mecanismo para evolução.Logo,ela deve ser incentivada por todos os setores,primordialmente pela escola,instigando o hábito como prazer,e não apenas como instrumento para passar estudante em exames,obrigando-o.

Dados os argumentos,cabe à uma parceria pública e privada,entre a economia nacional e livrarias brasileiras,a fim de chegarem à um consenso sobre o valor do livro,pois atualmente os preços estão altissímos.Podendo levar debates ao público,assim envolvendo a população nas decisões sobre o futuro da leitura no Brasil,e incentivando-os a ler,chegando à um acordo coletivo que melhor benificiará geral,logo democratizando a leitura para todos,o que é um grande passo para incentivá-la.