Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 06/11/2020
No filme “A Garota que Roubou Livros”, a vida da personagem Liesel mudou completamente desde o início da leitura. Além da história fictícia, no Brasil hoje, as práticas de letramento não são amplamente reconhecidas. Essa realidade tem trazido alguns impasses, principalmente em termos de incentivos familiares e outras interferências de interesses.
Em uma primeira análise, deve-se enfatizar que, como dizem os ativistas educacionais de Malala, “livros, canetas, crianças e professores podem mudar o mundo”. Sob esse preconceito, é necessário entender que o impulso a esse costume é essencial para a prática da literatura. Portanto, como expressão da motivação familiar, o primeiro contato está associado ao valor transmitido de uma geração à outra. No entanto, muitas famílias brasileiras não realizam essas ações em seu cotidiano, portanto, crianças que não leem podem gerar adultos que não manifestam interesse pela leitura.
Além disso, outro aspecto importante a enfrentar é o uso excessivo de meios eletrônicos. Nesse sentido, o documentário “O Dilema Das Redes” comprova o quanto é prejudicial regulamentar cada hora nas redes sociais, pois mesmo com a leitura passiva, não pode comprovar o uso ativo da alfabetização por causa de imagens, vídeos Exibição de vídeo. semelhante. Portanto, as pessoas desenvolveram vários métodos de combinação da leitura com dispositivos virtuais, por exemplo, livros gratuitos disponíveis na Internet, preços razoáveis de e-books e a venda de livros reutilizáveis. Portanto, é importante aumentar e manter a prática literária.
Portanto, pode-se inferir que o governo federal (instância máxima do Executivo) deve preparar uma cartilha que contenha informações básicas sobre os procedimentos de leitura viáveis para cada faixa etária. Isso pode ser feito por meio de um conceito simples e simples de desenvolvimento literário, desde o processo pessoal até o estímulo familiar, para solucionar os desafios da prática de alfabetização no Brasil. De qualquer forma, por meio dessas ações, os brasileiros podem mudar de vida por meio dos livros, como mostra “A Menina Que Roubava Livros”.