Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 28/11/2020
A leitura, em especial repentina, é uma das formas mais inteligentes de fixar aquilo que se deseja aprender, mas o acesso ao livro se tornou um desafio e tanto aos brasileiros. Visto que, a educação depende do apoio governamental, todavia é o que falta.
Em 2018, um novo governo foi eleito, o governo Bolsonaro e junto a ele um novo ministro da economia, o Paulo Guedes; que propôs uma reforma tributária, ação que é prejudicial aos leitores. Porque os livros são isentos de impostos, portanto facilita ao leito o poder de compra. No entanto, a proposta do ministro é cobrar doze por cento, logo, o consumidor sofrerá com o inevitável aumento do valor final do produto. Vale ressaltar que trinta por cento da população nunca comprou um livro, diz UOL, sem dúvida o aumento de preço ajudará a aumentar o número de pessoas sem livros.
Em segundo lugar, a educação e a leitura não podem andar separadas, pois para exercer um aprendizado, ou um ato profissional o cidadão precisa, no mínimo, saber ler e escrever seu nome. Porém, no Estado há cerca de onze milhões de analfabetos, diz o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por conseguinte, não há lógica em um sem educação comprar um livro, já que eles não o entenderão. Como disse Aristóteles: “A educação tem raízes amargas, mas seus frutos são doces”.
Em virtude dos fatos mencionados, o maior problema ao leitor é o governo, porquanto querem pôr imposto aos livros e permitem tal número de analfabetos no país. Destarte, o povo precisa fortalecer um abaixo assinado contra a cobrança de impostos para que os políticos entendam a importância do acesso ao livro, e o Ministério da Educação (MEC) deve reforçar, nos meios de comunicação, a importância dos desinformados procurarem a escola mais próxima para estudar. Dessa forma, haverá mais leitores na nação, um povo melhor informado e um território mais desenvolvido.