Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 05/12/2020
No que tange a Constituição Federal de 1988, registro jurídico mais importante do pais, prevê em seu artigo 6º, o direito a educação como essencial a todo cidadão brasileiro. Embora tal garantia não tem se mostrado ressonante quando se analisa a pratica de leitura no Brasil, tornando penosa a universalização desse direito. Diante dessa perspectiva faz-se necessária a averiguação dos motivos que favorecem esse contexto.
Em primeira análise, vale destacar a ausência de medidas governamentais para o incentivo a leitura. Nesse sentido, segundo o Contrato Social - proposto pelo filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social” já que o estado não cumpre a sua função de garantir que os cidadãos usufruam de direitos como o acesso a leitura, o que calamitosamente não acontece pela custo dos livros.
Além disso é fundamental apontar que nas escolas públicas precisa ser mais incentivado a leitura, desde a infância através de grupos de leitura. Segundo Gandhi, temos que nos tornar a mudança que queremos ver. Diante de tal exposto deve ser repensado o investimento em educação. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Urge, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso é fundamental que o Ministério da Educação por meio de incentivos governamentais, afim de melhorar a habilidade de leitura do brasileiro. Assim, se consolidará uma sociedade mais justa, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.