Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 18/12/2020

A constituição federal de 1998, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafios para aprática da leitura no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imeperiosa a análise dos fatores que favoressem esse quadro.

A priori, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para insentivar a prática da leitura. Nesse sentido, o próprio sistema de ensino não trabalha para desenvlver o hábito da leitura, utilizando apenas como uma exigência das escolas, segundo puplicação do site Edição do Brasil. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadões desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar os preços dos livros como impulsionador da falta de insentivo a leitura no Brasil. Um exemplo, que é aplicado em nosso cotidiano, é que ao entrarmos em uma livraria poucos são os livros que cabem no “bolso” da maior parte dos cidadões. Diante de tal exposto, os preços influenciam no insentivo a prática da leitura, sendo que quanto mais acessível, um maior número de pessoas consegue adquirir o produto, e quando elevado seu valor fica limitado apenas a uma pequena parcela. Logo, é inadimissível que esse cenário continue a perdurar.

Deprende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo aliado ao ministério da educação, implemente um sitema que garantirá o insentivo a leitura como uma opção de lazer aos alunos, trabalhado e desenvolvendo os de assuntos de mais intersse de cada um. Necessário também, a redução dos custos dos livros, que pode ser realizada com a diminuição dos impostos sobre o produto, diminuindo seu valor até o consumidor. Assim, se consolidará uma sociedade permeada pela efetivação, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.