Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 18/02/2021
Durante a ditadura nazista, comandada por Hitler, todos os livros que fizessem o povo conhecer e ir contra a realidade daquela Alemanha eram destruídos. Dessa maneira, observa-se a importância dos livros pela formação crítica, disseminação de informações e influência das pessoas na política como cidadãos. Contudo, as desigualdades sociais expõe um governo falho, que impede a prática da leitura no Brasil.
A princípio, observa-se a pobreza como pilar desse revés. Desse modo, a educação pública é precária e não incentiva seus discentes a ter gosto por livros, isso, piora com a desvalorização educacional. Nesse contexto, vale citar que estava previsto um corte de verba aos institutos federais de cerca de 1,5 bilhões de reais segundo o IBGE. Logo, é necessário que o sistema valorize as escolas, formadora de indivíduos críticos e conscientes.
Nessa perspectiva, cabe ressaltar que o governo não faz economia ao restringir recursos financeiros ao setor educativo, mas disperdiça o potencial da sociedade e fere o seu direito à educação de qualidade. Nessa lógica, de acordo com o economista britânico Arthur Lewis, “Educação nunca foi despesa, é investimento com retorno garantido”. Portanto, o governo deve atenuar as desigualdades para melhorar o ensino e a leitura.
Por fim, é imprescindível que o sistema político, em conjunto ao Ministério Público, incentivem a literacia, por intermédio da maior liberação e controle de verbas às escolas, de modo a influênciar na educação e leitura. Ademais, a mídia ligada às escolas, influenciadoras do corpo social, devem incentivar a leitura, por meio de discussões e indicação de bons livros e aumento da diversidade nas bibliotecas, de forma a contemplar todos os gostos literários. Assim, o Brasil será culto, crítico e cultural.