Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 07/04/2021

Malala Yousafzai, ativista paquistanesa, retratou a importâcia da educação e da leitura em seu discurso na Assembleia de Jovens das Nações Unidas, ao dizer “Uma criança, um professor, um livros e um lápis podem mudar o mundo”. A federação brasileira enfrenta vários desafios na busca pelo aumento da prática da leitura, que além de estimular o senso crítico dos cidadãos acarreta em inúmeros movimentos sociais, fato que pode ser exemplificado pelo próprio sistema educacional, que não incentiva o hábito de leitura, e a desinformação da população acerca dos benefícios desse ato.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não introduzir palestras em instituições de ensino voltadas para o incentivo a prática da leitura, palestras de ensino como essa, além de promover o crescimento intelectual dos alunos abrem espaço para o desenvolvimento da nação. Indubtavelmente, a falta de incentivo educacional a leitura é um empecilho na busca pela popularização da mesma, de conformidade com o veículo de informações G1, um cidadão brasileiro lê cerca de 2,43 livros por ano o que contribue para o desestímulo do senso crítico e a atenuação do intelecto do indivíduo; Com base nas pesquisas da OCDE, Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, no ano de 2018 o Brasil ocupou o quinquagésimo sétimo lugar no ranking mundial de leitura, e os países que exederam essa colocação como Estados Unidos, China e Reino Unido são mais desenvolvidos econômicamente, visto isso é certo que a prática de leitura além de beneficiar uma pessoa de forma individual também favorece o crescimento da nação.

Além disso, é de conhecimento público que a desinformação contribue para a disseminação de uma realidade distorcida de certos hábitos, como o da leitura. Isso tem como consequência a falta de compromisso da população e dos órgãos públicos na implantação de aulas, que permitem a influênciação dos jovens ao consumo de materias textuais que estimulam a intelectualidade e tem como consequente os avançõs educacionais, socias e econômicos da federação brasileira, essa ocorrência é exemplificada quando, de acodo com o G1, nos últimos quatro anos o número de leitores no país caiu em 9,1%.

Em suma, com a falta de incentivo ao hábito de leitura e a desinformação da população, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras semestrais, por meio de pequenos anúncios, inseridos nos meios de comunicação online, para conscientizar a população sobre a importância da leitura. Ademais promover reuniões públicas para estimular políticas educacionais, voltadas para a divulgação de livros, o que resultará na compreensão da importância da leitura, com o efeito de criar cidadãos mais informados, critícos e tolerantes.