Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 09/06/2021

Perante circunstâncias, o Brasil enfrenta impasses para promover a prática da leitura. Sob esse viés, os principais promotores da questão são: o Ministério da Educação com ausência de mecanismos para solucionar o problema em pauta, e as mídias sociais ao não divulgar as consequência e oferecer visibilidade ao caso. Assim, cabe ao Ministério da Educação em parceria com os veículos de imprensa elaborar meios para erradicar o imbróglio.

Em primeiro lugar, a Constituição federal de 1988, promulgada com o objetivo de assegurar os Direitos Humanos, prevê a todos acesso à educação e meios físicos para complemento da atividade. Ademais, sabe-se a responsabilidade do Ministério da Educação em oferecer educação de qualidade e de forma igualitária, bem como o incentivo à leitura por meio de concursos com premiações, além de oferecer livros para aprimorar o sentido crítico e criativo desde a infância. Logo, se não houver iniciativa do órgão a atitude torna-se inconstitucional, pois não cumpre com a norma do objeto legislativo, podendo aprimorar as desigualdades sociais e econômicas visto que o processo educativo proporcionado pela leitura possibilita maior chance de ingressar no ensino superior e possuir uma carreira promissora.

Destarte, a omissão midiática é responsável, também, pela persistência do problema. Em adição, segundo Martin Luther King, ativista social estadunidense, “Quem aceita o mal sem protestar coopera com ele”. A perspectiva do ativista aponta para a indiferença por parte dos canais midiáticos em reivindicar as desigualdades no acesso à leitura, por exemplo: os altos impostos sobre os livros fazendo com que a baixa classe social não consuma em virtude dos altos preços monetários gerando assim uma segregação educacional.

Em suma, a ação omissa contribui é prejudicial à questão. Diante dos argumentos supracitados, o território brasileiro enfrenta desafios no quesito: acesso aos livros. Portanto, cabe ao Ministério da Educação incentivar a leitura por meio de concursos educativas em bairros e escolas, em especial nas periferias, para atrair a inclusão de crianças e adolescentes é importante oferecer prêmios, como dinheiro, além de disponibilizar postos de distribuição de livros em diversos locais do país, por ordem dos mais necessitados, tais lugares devem ser previamente divulgados nos principais veículos de comunicação: redes sociais, rádio e televisão, já em locais afastados dos centros urbanos onde os sinais de comunicação não chegam, é necessário que o Governo Federal em parceria com as prefeituras disponibilize carros de som divulgando a ação com o intuito de inclusão à prática da leitura com menos desigualdades e mais oportunidades.