Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 30/07/2021

No início da década de 70, dado o início da Rev.-Técnico-Científico- Informacional, o uso e a dispersão de aparelhos tecnológicos tornou-se massivo no meio de todas as idades. Dito isso, o uso contínuo e rotineiro de, por exemplo, celulares, acabou por resultar na perda da prática de leitura, uma vez que essa prática exige tempo, calma e paciência. Nesse sentido, faz-se mister debater sobre qual o grande desafio que impede a prática da leitura nos dias de hoje e qual o resultdo da perda desse hábito.

Em primeiro lugar, é importante identificar qual o grande fator que impede a possibilidade da prática de leitura, a fim de proporcionar soluções para resolver tal fator. Nesse ínterim, segundo o site “Centro Ama Desenvolvimento”, o inteso uso de celulares na infância é um grande contribuinte para desenvolver ansiedade e inquietação. Além disso, não só em crianças mas em adultos, a sensação de conforto e recompensa que conteúdos digitais trazem acostumam o organismo a rejeitar atividades que não propocionam isso, nesse caso, a leitura. Nesse sentido, fica claro que atualmente, por mais que hajam outros motivos singulares, o uso rotineiro e incessante de aparelhos celulares é o que mais prejudica o hábito de leitura e, com isso, a perda de uma cultura que preza pela leitura.

Em segundo lugar, a fim de trazer atenção para a perda desse hábito, deve-se mostrar quais os impactos negativos disso. Nessa conformidade, segundo o site “Brasil Escola” a perda da prática de leitura além de causar dificuldades no senso de interpretação do indivíduo, impossibilita também o desenvolvimento da paciencia, da calma e de um imaginário rico. Sendo assim, o assunto não deve ser deixado de lado, uma vez que num livro não há apenas histórias e conhecimento, mas sim atributos e sensações que podem mudar a vida de quem os-le

As escolas, portanto, deviam incentivar continuamente o hábito de leitura, por meio de aulas, e conversas, a fim de desenvolver um bom imaginário e boas virtudes. Resultanto, então, no impedimento de problemas psicológicos fomentados pelas telas na contemporaneidade.