Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 01/07/2021
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê seu artigo 6, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na realidade quando se observa o desafios para a prática da leitura no Brasil, em virtude da falta de incetivos do governo e como a leitura é tratada de forma emposta e fastidiosa, dificultando, desse modo, a universilação desse direito social tão importante.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas gonvermentais para combater as dificuldades para a prática da leitura. E as providências já existentes são muito enfraquecidas. Essa conjutura, seguindo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadões desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação completa, o que infelizmente é evidenete no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de estímulos ou imposição da leitura de forma incorreta. A leitura é vista como uma obrigação quando estamos na escola desde a infância e carregamos esse traço da leitura ser massante até a vida adulta. Segundo o Programa Intercional de Avaliação de Alunos, quase metade da população não pratica o hábito da leitura, profere a pesquisa o quanto a leitura é julgada como algo deságradavel. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescidível que o Ministério da Educação e Cultura, por intermédio de investimentos, crie uma mega campanha de incentivo a leitura desde a infância até os pais com livros mais adultos. Toda familia receberá um kit leitura. A fim de que todos crie esse hábito de leitura aos poucos. Assim, se consolidará uma sociedade mais sábia, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”.