Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 30/07/2021

No livro “a menina que roubava livros”, o papel de Lissell mudou drasticamente desde o início da leitura. Fora das histórias de ficção, a prática da alfabetização não é reconhecida pelo Brasil hoje. Essa realidade tem alguns impasses, principalmente no que diz respeito ao incentivo da família e à interferência em outros interesses. Numa primeira análise, importa sublinhar que “um livro, uma caneta, uma criança e um professor podem mudar o mundo”, afirmou a ativista de apoio à educação Malala. Sob tal preconceito, é necessário entender que o impulso desse costume é essencial para a implementação da prática literária. Portanto, o primeiro contato tem a ver com os valores que foram transmitidos de geração em geração, como o desempenho das motivações familiares. Porém, algumas famílias brasileiras não desenvolvem esses comportamento no cotidiano, portanto, como as crianças que não leem podem cultivar adultos que não expressam seu gosto pela leitura.

Portanto, infere-se que o governo federal - instância máxima do poder executivo - deve preparar uma cartilha que contém informações básicas sobre os procedimentos que podem ser lidos para cada faixa etária. Isso pode ser feito por meio de conceitos simples e compreensíveis sobre o desenvolvimento da literatura, desde os processos pessoais até o estímulo familiar, para enfrentar os desafios das práticas de alfabetização brasileiras. Por fim, por meio dessas ações, os brasileiros assumem a vida por meio dos livros, como se vê em “A Menina Que Roubava Livros”.