Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 08/08/2021

O romance canadense “Anne of Green Gables”, escrito pela autora Lucy Maud Montgomery, Retrata a narrativa de uma garotinha enrabichada por livros. Ininterruptamente Anne elogiada por seus colegas, pois era única pessoa que conheciam a qual praticava a leitura. Fora da ficção literária, nota-se uma exacerbada semelhança na sociedade atual, visto que, são poucos indivíduos que possuem o hábito de ler. Nesse contexto, constata-se que, tal problema se dá pelo fato da educação brasileira não ser evolutiva, bem como, a maior valorização das tecnologias na contemporaneidade. Sendo assim, medidas devem ser tomadas para atenuar essa questão.

Sobre tal perspectiva, é lícito postular, em primeira análise que o sistema educacional brasileiro é, em sua essência cíclico, isto é, nunca teve medidas para o avanço. Com isso, observa-se que esta ótica está presente desde o governo do Presidente JK, onde houve abertura do mercado para as empresas transnacionais, as quais exigiam mão-de-obra proletariado qualificada, mas não seres  desenvolvidos culturalmente. Ademais, lamentavelmente pode-se concluir que, como retratado no livro de Anne Shirley, esta realidade pendura até os dias de hoje.

Segundamente, destaca-se o avanço de novas tecnologias, tal como a sua praticidade. Dessa forma, torna-se evidente que, com a chegada da modernidade, cada vez mais as obras literárias perderam espaço para longas metragens e seriados, os quais costumam ser disponibilizados em porta formas de filmes digitais. Dessarte, Comprova-se, então, que esses avanços são inevitáveis. Exemplo disso, foram os jornais que, com o passar dos anos, deixaram de ser impressos e passaram às redes televisivas e à tela do “smartphone”.

Em face a tais informações, é mister a adoção de medidas para mistigar essa situação. Assim, o Minitério da Educação,como formador cognitivo dos indivíduos, juntamente com o corpo docentes de professores, devem promover o estimulo a leitura através de momentos sociais de lazer e o debates acerca das obras pautadas desde a pré escola até o ensino médio, pois assim, a instituição de ensino viabilizaria o contato real dos futuros cidadão. Somadas essas medidas, será possível, quem sabe, criar uma população futura envolvida arte de ler.