Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 13/10/2022
Segundo o escritor Monteiro Lobato, quem mal lê, mal escreve, mal fala e mal ouve. No contexto nacional hodieno, obseva-se barreiras quanto a prática da leitura. Desse modo, tanto a inobservância educacional como a omissão familiar contribuem para a problemática.
Mormente, vale ressaltar que o descaso das instituições de ensino afeta o imbróglio. Ademais, de acordo com a professora Vera Candau, o sistema de educação do Brasil está preso aos moldes do século XIX, não oferecendo propostas inovadoras para as inquietudes presentes. De maneira análoga, as escolas não impulsionam os alunos a criarem o hábito da leitura prazerosa, não incentivando os a desenvolverem o senso crítico e argumentativo. Nesse sentido, as instuições denominam livros específicos para os alunos lerem, não dando a ele o livre arbítrio para escolher os gêneros que mais os implusionam a prática da leitura, por essa restrição, os alunos não se sentem cativados a lerem. Assim, tal inércia resultará no atraso de vida dos alunos em todas as áreas, pois como já dizia Lobato, o individuo que não lê, não possui nenhuma desenvoltura.
Outrossim, a negligência das familias coopera para o entrave. Sob tal ótica, segundo o físico Sthepen Hawking, as grandes conquistas da humanidade foram obtidas pela presença do diálogo. Nesse ínterim, os pais, em especial, falham ao não conversar com os seus filhos sobre a importância da leitura, não iniciando tal ensinamento desde o berço, como exemplo, lendo histórias para a criança, despertando nela o interesse desde cedo. Aliás, os pais, sem genelarizar, não dão exemplo, ao não terem uma rotina de leitura, assim, o filho ao não enxergar os pais como leitores, tendem a fazerem o mesmo. Consequentemente, tal posicionamento ferirá a máxima de Sthepen.
Destarte, medidas devem ser tomadas a fim de mitigar o problema. Portanto, o Governo Federal, orgão de grande peso, por meio do Ministério da Educação, precisa promover projetos para atuar por meio de palestras nas redes midiáticas, incentivando tanto as escolas quanto as famílias a desenvolverem em seus respectivos alunos e filhos o interesse pela prática da leitura prazerosa e não forçada. Por fim, dessa forma a critica de Lobato, não se aplicará mais ao Brasil.