Desafios para a preservação de parques ecológicos na era da escassez de recursos
Enviada em 06/10/2023
Na série “3%”, uma realidade distópica é apresentada ao público onde os recursos naturais eram quase inexistentes e, aqueles que possuíam, eram extremamente ricos e influentes na sociedade. Nessa perspectiva, percebe-se que, o excesso de exploração da natureza pelas indústrias e o descaso do Governo acerca dos desafios para a preservação do meio ambiente perpetuam essa problemática. Nesse sentido, é vital compreender as causas e consequências, a fim de entender e diminuir a escassez de recursos no meio ambiente.
Primeiramente, é válido mencionar uma das teses de Bauman, que os tempos modernos, são marcados pela exploração e o individualismo na sociedade. Dessa forma, ao não se importar com outras realidades além da própria, muitos indivíduos não se preocupam com o meio ambiente no qual estão inseridos. Como consequência, os recursos ecológicos são cada vez mais explorados, alternando climas e recursos hídricos no meio ambiente.
Além disso, o descasco governamental em tomar alguma providência, também impacta na preservação dos recursos naturais. Sob esse viés, a organização ambiental Greenpeace, afirma que entre 2018 a 2022 ocorreram os maiores índices de queimadas na amazônia, além de ter ocorrido uma perda significativa dos servidores ambientalistas que monitoravam essa pauta. Diante do exposto, fica evidente a ineficiência da gestão brasileira e a urgente necessidade de mudanças nesse setor.
Pode-se dizer, portanto, que medidas são necessárias para a resolução desses impasses ambientais. Sendo assim, urge que o Ministério do Meio-Ambiente, órgão responsável por administrar o meio ambiente brasileiro, criem campanhas de conscientização por meio de campanhas midiáticas alertando sobre a importância da preservação ambiental, a fim de conscientizar a população brasileira. Desse modo, evitarão possíveis futuros distópicos como encontrados na série “3%”.