Desafios para a preservação de parques ecológicos na era da escassez de recursos
Enviada em 23/10/2023
Com o advento da Revolução Industrial, a procura por matérias primas para produções em massa serviram como uma desculpa em prol do capitalismo, para a exploração de terras, povos e recursos. No entanto, é notável como essa exploração impactou a diversidade da fauna e a flora e colocou em evidência as mudanças climáticas. Apesar das frequentes tentativas de conservação e reflorestamento, é perceptível que o homem enfrenta dificuldades na preservação de áreas ecológicas e respeito às terras protegidas por lei, resultados de um descaso ambiental de séculos.
Primeiramente, é necessário ressaltar que o brasileiro não possui consciência ambiental e desrespeita as leis ambientais em seu próprio benefício. Assim como debatido no livro “O amanhã não está à venda”, o descaso ambiental e a utilização desenfreada de recursos levarão o ser humano à ruína, uma vez que não consideram o tempo de recuperação dos recursos naturais ou sua importância na sobrevivência da espécie. Paralelamente, tais explorações geram efeitos irreversíveis, como o aquecimento global, que acarreta no aumento da temperatura terrestre e derretimento das calotas polares, consequentemente impactando a agricultura e a qualidade da água.
Outrossim, vale destacar que as árvores possuem papel primordial para impedir tais catástrofes. Diante desse cenário, a preservação de áreas florestais e parques ecológicos regulariam o índice de chuvas e impediriam a ocorrência de enchentes e inundações. Ademais, a escassez de recursos provocada pela falta de espaços férteis poderia ser amenizada com o uso de outros métodos de agricultura, como a rotação, que reutilizaria o solo já desmatado para plantar outros tipos de alimento.
Portanto, com o objetivo de preservar reservas ambientais, é fundamental que o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima insira no mercado latifundiário novos métodos de produção, que visem o reaproveitamento do solo, por meio de incentivos e redução de impostos. Também é imprescindível que o Ministério da Educação invista verbas na produção de palestras, apresentadas em instituições de ensino, para trazer consciência ambiental aos jovens. Logo, as árvores serão preservadas e a escassez de recursos erradicada.