Desafios para a preservação de parques ecológicos na era da escassez de recursos
Enviada em 30/10/2023
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todo cidadão deve ter acesso as condições básicas como, moradia, educação, saúde e água. Todavia, essa não é a realidade dos brasileiros mais pobres, e prova disso é o reflexo no meio ambiente com a era atual da escassez de recursos, junto aos enormes desafios para a preservação de parques ecológicos. Nesse sentido, a desigualdade e a segregação social se apresentam como causas primordiais dos problemas ambientais, visto que o operário na região norte, acaba tendo que se sujeitar a cortar madeira ilegalmente para poder se alimentar, e o do sudeste, a construir casa em zona manancial para ter onde morar.
Segundo o filósofo Jean-Jaques Rousseau,“todo homem nasce livre, mas em toda parte se encontra acorrentado”. A partir dessa análise, contextualiza-se que a falta de políticas públicas, que visam combater a desigualdade e os problemas socioambientais, estão totalmente relacionadas aos desafios para preservar os parques ecológicos, gerando escassez de recursos que impossibilitam a igualdade e a liberdade dos cidadãos. Logo, o raciocínio de Rousseau se confirma, visto que o homem está sempre cercado por diversas mazelas sociais.
Ademais, é válido retratar o aspecto supracitado quanto à escassez de recursos hídricos, que não só afetam os lucros e a cadeia produtiva, mas também a vida humana. Nessa perspectiva, fundamenta-se a lógica de que só é possível preservar o meio ambiente dando acesso a população as devidas condições básicas. Todavia, ao debater os desafios para preservação ecológica na era atual, depreende-se que a solução para isso ainda está muito distante. Desse modo, não há dúvidas de que a negligência governamental, é responsável pela crise ambiental.
Em suma, conclui-se que as medidas socioambientais são primordiais para o equilíbrio dos recursos hídricos. Posto isso, cabe ao Governo ampliar as políticas de gestão de uso conciente dos recursos naturais, por meio da atuação dos ministérios junto a iniciativa privada, criando planos de trabalho sustentável nas zonas mais desmatadas, e reitegrando a população periférica para as zonas centrais, visando proteger as florestas, gerar empregos e preservar as zonas mananciais. A fim da preservação dos parques ecológicos e de seus recursos.