Desafios para a preservação de parques ecológicos na era da escassez de recursos
Enviada em 01/11/2023
O químico Antoine Lavoisier disse: “Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” Ou seja, existe uma constância da matéria, energia e suas transformações no Universo, observada nas Ciências da Natureza. Porém, na atualidade encontramos a problemática de uma escassez dos recursos naturais resultante da hiper exploração humana no planeta e, consequentemente, desafios para preservar os parques ecológicos.
Nesse sentido, o filósofo Karl Marx analisou que a economia de expropriação do capitalismo aconteceu por via de uma violenta colonização de espaços, recursos e ecossistemas. Além disso, o foco em lucro do sistema levou terrivelmente ao extremo consumo dos recursos naturais do planeta. Assim sendo, há um desastroso desequilíbrio entre a necessidade de recursos utilizados pela humanidade e a capacidade de preservar áreas de ecossistemas naturais.
Ademais, existe uma omissão da sociedade humana em se importar com o impacto do sistema econômico no meio ambiente e, também, de expressar seriedade em preservar os parque ecológicos. Pois, como escreveu a filosófa Simone de Beauvoir: “Nós somos responsáveis por tudo.” Dessa maneira, a indiferança humana com o mundo é um suicídio de seu próprio espaço e, portanto, de si mesma como espécie e organismo biológico que vive no planeta.
Assim, é necessário resolver esta problemática. Logo, o Estado precisa investir em infraestrutura e financiar a preservação de parques ecológicos por meio de fiscalizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Naturais e coordenação de projetos do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas para que as áreas de preservação não sejam destruídas. Então, a população e seus descedentes terão a chance de usufruir da saúde ambiental do planeta. E, finalmente, os seres humanos irão ver a Natureza se transformar eternamente enquanto a matéria e as partículas do Universo existirem, como disse o filosófo grego Heráclito: “Tudo é mudança.”