Desafios para a preservação de parques ecológicos na era da escassez de recursos
Enviada em 14/08/2024
A floresta Amazônica, localizada em grande parte no território brasileiro, é conhecida mundialmente pela alta biodiversidade de animais e plantas - muitas espécies que nem foram catalogadas ainda. Esse bioma necessário para a manutenção da vida na Terra, vêm sendo destruído pelo homem, cada dia mais. Nesse contexto, a baixa fiscalização dos territórios e a falta de investimentos para preservar a biodiversidade são problemas que tornam a preservação de territórios florestais um desafio para a sociedade atual.
A princípio, vale ressaltar que a baixa fiscalização de areas florestais por parte do governo têm se tornado um grande impedimento na manutenção das biodiversidades. Isso ocorre porque criminosos, ao verem que o território não está sendo fiscalizado, acabam criando focos de incêndio para aumentar a área de plantio ou cultivo de gado. Com isso, dados do governo federal mostram que em julho de 2024 houve um aumento de 33% nos casos de desmatamento e queimadas comparado à 2023. Dessa maneira nota-se que é necessária, uma maior fiscalização.
Além disso, a falta de destinação de recursos para a preservação de parques ecológicos, torna a proteção de espécies em extinção um desafio. Ademais, um estudo da Sociedade Brasileira de Agricultura de 2020 mostrou que os territórios de plantio já existentes são o suficiente para exportar e subsidiar a população do país, não sendo necessário desmatar mais territórios. Porém, não é isso que ocorre
no Cerrado e Pantanal brasileiro, mesmo com parques de conservação, ainda ocorrem grandes focos de incêndio, o que prejudica a cadeia ecológica local, além de levar à óbito centenas de animais já ameaçados de extinção. Dessa forma, é imprescindível a destinação de recursos para a preservação da biodiversidade.
Diante do exposto, fica evidente a necessidade de uma maior fiscalização das áreas de conservação. Logo, para reduzir os desafios acerca da preservação a biodiversidade brasilieira, o Ministério do Meio Ambiente deve aumentar os pontos de preservação, por meio da criação de unidades conservacionais nos locais com mais ocorrências de incêndio, convocando pesquisadores especializados em conservação ambiental, para assim, recuperar esécies ameaçadas de extinção.