Desafios para a promoção do desenvolvimento sustentável das indústrias no século XXI
Enviada em 25/09/2025
O filme “Wall-e” se passa em um futuro distópico, em que um robô vive em uma Terra coberta de lixo e sua função é limpa-lá e os humanos que são responsáveis pela destruição do planeta, vão viajar pelo espaço na esperança que a terra voltasse a ser como era antes. Assim como na obra, a indústria brasileira vem enfrentando grandes dificuldades para se desenvolver de forma sustentável, sem que haja muitos resíduos deixados para trás, que são ocasionados por desastres ambientais em decorrência de falhas governamentais.
Primeiramente, é preciso entender como os desastres ambientais atrasam o desenvolvimento sustentável. Em 2019, em Brumadinho-MG, uma barragem de rejeitos de minérios rompeu, causando inúmeros danos humanitários, com a morte de quase 300 pessoas e ambientais com a poluição de diversos rios, como o Rio Doce que ficou inutilizável por conta da água contaminada da barragem. Desse modo, é evidente que as mazelas causadas pela empresa Vale afetaram todo um ecossistema, desde animais até pessoas que viviam nos arredores do rio. Diante do exposto, é notório o descaso do Estado com assuntos importantes como meio ambiente.
Ademais, é perceptível como as falhas governamentais são extremamente preduciais ao ecossistema brasileiro. De acordo com a World Wide Fund for Nature, o orçamento para o Ministério do Meio Ambiente em 2018 era de 3,7 bilhões de reais, muito abaixo do necessário, o que acabava dificultando fiscalizações como a da barragem de Brumadinho ocasionando uma fatalidade. Logo, é nítido que a falta de verba atrasa a indústria sustentável, já que o governo não consegue fazer ações fiscais básicas não teria como promover um auxílio para a que as empresas tenham um trabalho menos prejudicial aos biomas brasileiros.
Diante desse cenário, se faz necessário o aumento de ações fiscais por parte do Estado. Portanto, é dever do Poder Executivo, setor responsável pela administração pública, disponibilizar um orçamento maior para o Ministério do Meio Ambiente, para que esse tenha melhores meios de averiguação, com o objetivo de minimizar os efeitos negativos que essas empresas podem causar com suas construções irregulares, assim evitando tragédias com a do município de Brumadinho.