Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil

Enviada em 10/10/2024

A sociedade brasileira sofre com a imposição de padrões estéticos, que vari- am de acordo com a cultura e tempo histórico. Dessa forma, essa problemática aumenta os desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil, por eles não se encaixarem nessa padronização, o que se relaciona com a frase “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”, de Albert Einsten. À vista disso, esse problema se torna ainda mais frequente por as escolas não ensinarem a importância da valorização da diversidade, e por falta de apoio das mídias sociais com esses atletas.

Em primeira analise, o ensino brasileiro se torna falho por não conseguir desconstruir esse preconceito com a população que não segue o padrão imposto, o que desvaloriza os competidores das paraolimpíadas. Nesse sentido, a frase “O homem é aquilo que a educação faz dele”, de Immanuel Kant, se relaciona com as desigualdades sociais que as pessoas com deficiências sofre. Dessa maneira, os meritos dessas pessoas (como participar das paraolipíadas), são minimizados ou anulados, por serem consideradas inferiores, o que é um reflexo da falta de educação.

Ademais, as mídias sociais fazem parceiras apenas com atletas das olimpí-adas e não realizam esses investimentos com as paraolimpíadas, o que reforça a inviabilização dessas pessoas. Dessa maneira, a doença popularmente conhecida como “Lepra” foi usada para prejudicar a figura das pessoas que sofriam com es-sa enfermidade, por serem consideradas inferiores e que sofriam castigos divi-nos. Logo, as redes sociais faz o mesmo com atletas que têm deficiências, por não os destacarem nas redes, por acreditarem que essas pessoas tem a imagem des- creabilizada, assim como quem sofria de “Lepra”.

Portanto, fica claro que, para resolver esse problema, é necessário que o Ministério da Educação, que é responsável por assegurar que os brasileiros te-nham um ensino de qualidade, deve inserir disciplinas que destaquem os atletas com deficiência, por meio de palestras, pesquisas e divulgações nas redes sociais. Como consequência, esses atletas serão mais valorizados e as desigualdades soci-ais com essa população diminuirão.