Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil

Enviada em 18/10/2024

De acordo com o artigo 1 da DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos), todos são iguais perante a lei, mas quando se fala da falta de valorização de atletas paralímpicos nota-se o contrário. Nesse sentido, observa-se a falta de conscientização para enfrentar a ausência de investimento que os atletas portadores de deficiência recebem. Consequentemente, isso acontece devido a uma má gestão do governo em relação a educação, por isso os atletas deficientes são discriminados.

Sob essa ótica, deve se conscientizar a necessidade de patrocínio que os esportistas paraolímpico têm. Nesse viés, quando investem nesses tipos de profissionais especiais abrem espaço para que outros indivíduos se sintam representados e motivados para praticar ou até mesmo assistir aos esportes. Ademais, vale ressaltar o atleta “Gorila Albino” que é cadeirante e compete profissionalmente no fisiculturismo, ou seja, investimento para esses atletas são essenciais para ele evoluir na carreira profissional aumentando a visibilidade do esporte e abrindo novas oportunidades para outros atletas com deficiência física. Dessa forma, aporte são fundamental para a evolução de atletas paraolímpicos.

Por consequência, a educação é fator primordial que o governo deve usar para enfrentar o preconceito de deficientes nos esportes. Nesse contexto, a

discriminação com esses atletas acontece por causa de alguns indivíduos

acreditarem que eles são incapazes de exercer algum esporte físico. Outrossim, na série “Eu a Patroa e as Crianças”, apresenta uma crítica a visão da sociedade que as pessoas deficientes são inferiores, quando Michael Kyle não quer jogar basquete com seu amigo por ele ser cadeirante, a saber, tratar deficiente como inferiores é um ato de desprezo. Desse modo, respeitar o indivíduo independente da sua condição física é fundamental para uma boa educação.

Logo, é importante abordar os desafios que os atletas paraolímpicos enfrentam para ser valorizados. Portanto, cabe ao Ministério da Educação, esse que tem o poder legal de investir em projetos educacionais, deve criar propagandas publicitárias, com o apoio do governo, a fim de de combater o preconceito que viola a condição de igualdade defendida pela “DUDH”.