Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil
Enviada em 06/12/2024
Muitos atletas paraolímpicos tendem a serem esquecidos no Brasil e, por isso, possuem um futuro incerto. Esta realidade ocorrem seja por falta de patrocinio, de estruturas e equipamentos compatíveis para os treinos, assim como, apoio familiar. Além disso, a falta de audiência em televisão e nas redes sociais leva ao desengajamento das pessoas com deficiência. Portanto, pela falta de apoio e recursos excarsos, muitos esmurecem seus desejos de se manterem no esporte.
Em primeiro momento, os brasileiros costumam ignorar àqueles que possuem algum tipo de deficiência. Quem possuem algum tipo de limitação física ou motora costuma não possuir qualquer tipo de apoio, inclusive financiamento para desenvolverem atividades esportivas. Certamente, muitos atletas paraolímpicos encontram dificuldades para encontrarem profissionais qualificados para conduzirem seus treinos, aplicando as técnicas apropriadas para o desenvolvimento das habilidades específicas. Reflexo da falta de campanhas voltadas para este público.
Neste viés, espera-se o patrocínio do governo, com políticas de apoio e incentivo, juntamente com a ajuda de custo. Oferecer uma qualidade de vida a essas pessoas é humanamente nescessário, garantindo a dignidade, pregada na carta magna, titulada a todas as pessoas humana. Todavia, esperam-se que se atentem ao que o filósofo Platão, manifestou em um de seus discursos que “O importante não é viver, mas viver bem. Por esta lógica, pode-se esperar do Estado Brasileiro o apoio nescessário, com políticas sociais de inclusão, respeitando a equidade defendido dentre os direitos fundamentais da Constituição Federal.
Em suma, espera-se do ministério da cultura, através da política de inclusão, venha incentivar, através de campanhas nas televisões e redes sociais, a inscrição e participação nos programas de governo, destinado ao esporte das pessoas com deficiência, oferecendo, ainda, a chance de concorrerem às vagas das paraolimpiadas, a fim de garantir a dignidade tanto defendida pela Constituição Federal.