Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil

Enviada em 24/10/2024

Após a 2º guerra mundial, os esportes paraolímpicos demostrar elevado índice de crescimento anualmente. Dessa maneira, os desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil vem se tornando uma problemática. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a invisibilidade da população com deficiência.

Em primeira análise, é notório ressaltar a negligência Estatal. Segundo o filósofo contratualista John Locke, o Estado é criado por um pacto social que garante os direitos fundamentais dos indivíduos e proporcionar relações harmônicas. Entretanto, é notório o rompimento desse “contrato social” no cenário brasileiro, visto que, devido a baixa atuação das autoridades em políticas públicas para as pessoas com deficiência, leva esse público alvo enfrentar a falta de investimentos em profissionais que auxilie esses atletas, pois trabalhar com esse público requer um conhecimento aprofundado sobre a realidade dessa população, além do aspecto fisiológico e cognitivo.

Além disso, é fundamental apontar a invisibilidade dos atletas paraolímpicos. O filósofo Jean Jackes Rousseau afirma “A sociedade, o indivíduo estão acorrentados a um preconceito social”. Com isso, os jogos paraolímpicos foram criados com o intuito de prestigiar os atletas que batalham frequentemente e promover uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Entretanto, nem sempre esse público tem visibilidade, são tratados como coitados e ficam a margem do esquecimento pela sociedade. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Por isso, é imprescindível o Ministério Público, por meio de investimentos promover a liberação de verbas para projetos que auxiliem na preparação do atleta, com profissionais de educação física, psicológos, auxiliares, com o intuito de auxiliar essas pessoas e ter seus direitos respeitados. Por intermédio, do Ministério dos Direitos Humanos, promover campanhas de incentivo ao público para prestigiar os jogos paraolímpicos, por fim, ao próprio individual no seu senso comum, vejam esses atletas como merecedores do mérito de estar competindo. Assim, a sociedade será mais igualitária.