Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil

Enviada em 26/10/2024

A declaração universal dos direitos humanos é bem direta quando diz -todos os seres humanos nascem livres, e iguais em dignidade e direito- com tudo, a ausência de visibilidade e a negligência Estatal aumentam ainda mais a desigualdade díspar antre os atletas paraolímpicos e os de demais categorias, que possuem mais privilégios e visibilidade.

Diante disso, a não veiculação da tradição paraolímpica ( iniciada após à segunda guerra) nos mesmos moldes e proporções das demais categorias fazem essa classe esportista parecer inexistente, tendo em vista que, poucos conhecem a sua existência. Nesse contexto a não divulgação dessa categoria dificulta à entrada de investimentos privados, já que não se torna economicamente viável o financiamento de um atleta desconhecido.

Ademais, a negligêmcia Estatal a respeito das condições as quais esses atletas se submetem durante a sua preparação, tornam ainda mais visível o abandono vivenciado pelos esportistas. Em “O cidadão de papel” Gilberto Dimenstein discorre sobre a realidade brasileira, onde os direitos estão presentes na lei mas não são aplicados no cotidiano, vivência comun na realidade dos atletas já que, a constituição cidadã, promulgada em 1988 garante o direito a assistência social, direito ese, que reside apenas no papel.

Diante do exposto, torna-se evidente a necessidade de resolução para tais problemáticas! Com o objetivo de equiparar as modalidades paraolimpicas e olimpicas, o Estado por meio de leis, deveria promover a assistência financeira e sossial a estes atletas, dando-lhes acesso a profissionais da área de educação física promovendo o desenvolvimento atlético dos mesmos, buscando assim atingir a equidade.