Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil
Enviada em 31/10/2024
O romance filosófico “Utopia” - criado pelo escritor inglés Thomas Morus no século XVI - retrata uma civilização perfeita e idealizada, na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovida de conflitos e problemas. Tal obra fictícia, mostra-se distante da realidade devido aos desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil. Esse panorama lamentável ocorre não só em razão da negligência governamental , mas também da mentalidade social.
Diante desse cenário, é primordial destacar que a carência de investimentos em oportunidades de emprego para os atletas . A ineficácia do Poder Público, na criação de mecanismos, os quais coibam tais recorrências. Sob a perspectiva do filósofo contratualista John Locke, o Estado foi criado por um pacto social para assegurar os direitos fundamentais dos indivíduos e proporcionar relações harmônicas. Entretanto, é notório o rompimento desse contrato social no cenário atual.
Ademais, o pensamento generalizado é outra questão a ser discutida. Segunda a filósofa Hanna Arendt , a sociedade tende a ignorar um problema frequente que não é resolvido, apenas agravando a situação . Nessa perspectiva , o pesamento de preconceito contra a pessoa com deficiência, é um grande fator. Porque afeta o emocional deles , fazendo assim eles terem q buscar ajuda psicológica em médicos.
Portanto, o governo federal -órgão de maior poder executivo no país - , deve implementar maior incentivo para acabar com os preconceitos, além de garantir os direitos fundamentais dos atletas. Por meio de investimentos em merchandising social, para conscientizar a população por obras cinematográficas. Afim de uma sociedade como a utopia promove .