Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil
Enviada em 31/10/2024
A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico barsileiro - assegura os direitos e o bem-estar da população. Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas na luta contra os desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil, verifica-se que esse preceito é constatada na teoria e não desejavelmente na prática. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido à falta de investimento e patrocínio, mas também aos estigmas e preconceitos diante desse quadro alarmante.
Em primeiro plano, é importante ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de investimento e patrocínio. Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, Além disso, o pouco investimento resulta em dificuldades na manutenção de centros de treinamento adequados, que são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades e para a competição em alto nível. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
De outro parte, o estigmas e preconceitos também pode ser apontado como promotor do problema. Percebe-se que os estigmas sociais e os preconceitos em relação à deficiência são barreiras graves que dificultam a valorização dos atletas paralímpicos no Brasil. A sociedade ainda possui uma visão estereotipada das pessoas com deficiência, associando-as a vulnerabilidades, o que reduz a percepção das habilidades e conquistas desses atletas e marginaliza suas histórias. Destarde, tudo isso retarda a resolução do empecilho.
Portanto, é essencial a atuação estatal e social para que tais obstáculos sejam superados. Assim, o Governo Federal - orgão de maior autoridade do país - deve promover campanhas e palestras, a fim de obter uma sociedade menos capacitista. Dessa forma, o preceito constitucional será solidificado no Brasil.