Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil

Enviada em 31/10/2024

O documentário “Rising Phoenix” narra a trajetória dos atletas paraolímpicos que enfrentam dificuldades e a discriminação em diferentes partes do mundo. Analogamente, esse cenário é uma realidade no Brasil, devido a desvalorização dos atletas paraolímpicos que ainda passam por desafios significativos, marcados por preconceitos enraizados e limitações de visibilidade na mídia. Logo, é imperativo a implementação de medidas de políticas públicas eficazes para combater o estigma e repercussão midiática com propósito de gerar atenção adequada aos atletas.

Mormente, é imprescindível destacar que a hostilidade contra os esportistas ainda permeia na sociedade em relação aos esportes paraolímpicos. Nesse viés, cabe mencionar que o sociólogo Erving Goffman diz que “O estigma se torna uma marca que rebaixa e marginaliza indivíduos em sua identidade social.” Em sua perspectiva, a falta de reconhecimento dos atletas paraolímpicos pode ser atribuída aos estigmas que desmerecem suas conquistas, comparando-os desfavoravelmente com outros esportes. Destarte, é perceptível a necessidade de políticas públicas eficientes para erradicar essa intolerância contra essas pessoas e erradicar a desigualdade entre os esportes, demonstrando que todo atleta merece a mesma relevância.

Ademais, é preciso ponderar que a mídia ineficaz é um fator que também agrava a problemática. Sob essa ótica, o sociólogo Pierre Bourdieu explica que sociedade constroi suas percepções e valores a partir das estruturas de poder. Nesse contexto, essa visão é evidenciada pela cobertura limitada dos jogos paraolímpicos na mídia, que recebe menos audiência e, consequentemente, menos apoio comercial. Dessarte, isso reforça estereótipos de incapacidade, impedindo o valor dos atletas paraolímpicos como verdadeiros profissionais do esporte.

Em suma, o Poder Legislativo deve efetuar regulamentações sobre a diminuição dos atletas paraolímpicos em comparação a outros esportes, por meios de leis e campanhas conscientizadoras, com intuito de acabar com as desigualdades entre os esportes. Por conseguinte, o Ministério da Comunicação precisar dar a mesma concentração midiática equilibrada entre os esportes, através de redes sociais e jornais para promover inclusão igualitária, contradizendo o documentário citado.