Desafios para a valorização de atletas paraolímpicos no Brasil
Enviada em 18/01/2025
É indubitável que, em pleno século XXI, a valorização de atletas paraplímpicos no Brasil é um verdadeiro desafio. Dessa forma, esse desafio se dá: ora por Inoperância governamental; ora pela negligência da Escola, uma vez que a espetacularização do discurso de superação é imposto. Destarte analisar esses fatos é condição “sine qua non” para a resolução do problema em questão.
Em primeiro plano, é válido destacar que a Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia - garante o direito ao esporte e ao trabalho digno - sobretudo ao esporte paraolímpicos. Entretanto, isso não é observado na prática, uma vez que, mesmo diante de 20 modalidades categorizadas de acordo com o tipo de deficiência, ocorre a baixa disponibilização de técnicos e, por isso, atletas sofrem na busca da maior profissionalização e, uma vez mais treinados, maior valorização.
Ademais, faz-se necessário que a mídia transmita os jogos com maior frequência e as pessoas assistam - sendo esses os maiores problemas. Isso se dá por verbas destinadas do Governo Federal às emissoras e canais em plataformas como o “Youtube”, além da atuação da Escola conscientizando os cidadãos a dar devida importância ao esporte e a não espetacularização do discurso de superação que a mídia que ocorre devido ao fato de por terem deficiência, os atletas que praticam o esporte são espetscularizados, mesmo dedicando uma vida a isso. Assim, o discurso de Albert Einstein de que “uma mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao tamanho de original” estará em consonância com o praticado na Escola e mídia.
Portanto, infere-se que em 2025, a valorização dos atletas parsolímpicos no Brasil é, por si só, um verdadeiro desafio. Logo, urge que o Governo Federal estimule a transmissão dos esportes na mídia, financiando os canais televisivos ou em redes sociais, visando vencer o desafio. Urge, também, que as Escolas (agentes de socialização) precisam promover uma maior conscientização, mediante a elaboração de palestras e debates, os quais informem sobre a não espetacularização do discurso de superação e valorizem o esporte paraolímpico. À luz dessa asserção, em pleno século XXI, no Brasil, os desafios podem ser vencidos.