Desafios para combater a violência estrutural no Brasil

Enviada em 26/10/2023

O artigo 5 da Constituição Federal Brasileira -denominada cidadã- estabelece que todos são iguais perante a lei, garantindo a inviolabilididade do direito à vida, à propriedade, à segurança, à proteção, à educação e à moradia. No entanto, essa garantia se torna vulnerável quando se trata da violência estrutural no Brasil, colocando em risco a integridade da sociedade brasileira. Os desafios para combater a ferocidade no contexto estrutural brasileiro ocorrem devido a desigualdade social e também, a educação precária que forma cidadãos negligenciados.

Em primeira análise, é necessário abordar a forma que a desigualdade social aflinge o Brasil de maneira a tornar um país violento. Sob a perspectiva do filósofo Pierre Bourdieu, a violência simbólica diz muito sob o desconsolo e sofrimento de uma população. Nesse sentido, a desproporção coletiva trás para o Brasil fatores que portam revoltas e terminam em atos violentos e criminais. Contudo, diante de um governo inapto, que não fomenta mecanismos que atenuem o fim da violência estrutural, entende-se que, embora esse órgão se mantenha ativo, ele permanece sem ação. Dessa forma, com a contínua discrepância, a sociedade brasileira torna-se cada vez mais agressiva.

Além disso, outros fatores que corrobam a violência estrutural no Brasil é a educação precária. Contudo, de acordo com o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Nesse sentido, numa sociedade onde a educação é precária, consequentemente, formará cidadãos com comportamentos desvantajosos. Esse fato, então, vai de encontro com a Constituição Cidadã, de modo que a sociedade não possui uma civilidade íntegra.

Portante, cabe ao Governo Federal, promover um país com mais igualdade por meio de campanhas e projetos culturais, para que assim numa sociedade mais equitativa o Brasil pode se tornar mais justo e pacífico, caso isso não ocorre atos violentos e criminais continuarão a ocorrer. Além disso, também é cabível que o Governo promova por meio de maior fiscalização nos colégios, pesquisas sobre a educação brasileira, para que assim a nova geração seja mais civilizada evitando contextos violentos no Brasil.