Desafios para combater a violência estrutural no Brasil
Enviada em 31/10/2023
A obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que combater a violêncoa estrtural apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da exclusão social, quanto da falta de investimento na educação.
Em primeira análise, deve-se apontar a ausência de medidas governamentais para se combater a violência estrutural no Brasil. Nesse sentido, a exclusão social tira a perspectiva de vida do indivíduo e é a manifestação mais violenta da sociedade. Essa conjuntura, segundo o filósofo John Locke, configura-se como uma violação no “contrato social”, já que o Estado não cumpre seu papel de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis.
Ademais, é fundamental apontar a falta de investimendo na educação como impulsionador do desafio da violência estrutural no Brasil. Segundo Paulo Freire, a educação transforma pessoas e as pessoas são capazes de transforma o mundo. Diante de tal exposto, a educação é de suma importância para modificar esse cenário de violência. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprenscindível que o Estado, por intermédio de maiores investimentos na educação, juntamente com projetos sociais, dêem mais oportunidade para os cidadãos, a fim de que diminuia todos os tipos de violência no país, como a exclusão social e a desigualdade. Desse modo, atenuar-se-á em médio e longo prazo os impactos nocivos desses desafios.