Desafios para combater a violência estrutural no Brasil

Enviada em 10/01/2024

“O homem, mais do que formador da sociedade, é um produto dela”. Frase de Émile Durkheim que podemos usar para contextualizar a violência estrutural vivida no Brasil, onde somos apenas mais uma engrenagem do sistema que perpetua a desigualdade econômica e exclusão socioespacial.

Além disso, somos expostos a vitrines de violência urbana por jornais, revistas ou noticiários. Como por exemplo, assaltos, violência policial e brigas de facções, o que eles têm em comum é a desigualdade social. Assim podemos ver que esses problemas são rotineiros dentro das favelas e periferias, e o motivo vem da raiz de muitos outros problemas do nosso país a educação pública precária.

Conforme encontra-se no trecho da música do grupo musical O Rappa “As grades do condomínio são para trazer proteção, mas também, trazem a dúvida se não é você que está nessa prisão” mostra de forma dramática o contexto socioespacial em que vivemos onde precisamos nos privar de experiencias só ar livre por medo e insegurança. Como também, traz junto a contraposição da vivência da classe mais alta do país que pode comprar sua segurança pagando o preço não só financeiro, mais também, com sua liberdade.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, o Ministério da Educação deve cumprir sua principal função, promover ensino de qualidade em todo país, assim como, reformular as grades curriculares escolares das redes publica e privada a fim de moldar a sociedade a partir da educação. Ademais, pode ser feito também, com o auxílio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, fiscalizando de perto para o maior controle dos repasses de recursos federais para a execução de programas e ações educacionais em todo país. E com uma boa educação todos possam acender socialmente na socialmente quebrando o paradigma da socio exclusão. Tonando o Brasil um país homogêneo e menos violento.