Desafios para combater a violência estrutural no Brasil
Enviada em 01/02/2024
De acordo com o filósofo e escritor francês Jean-Paul Sartre “A violência, seja qual for a maneira como ela é manifestada, é sempre uma derrota” esta afirmação pode ser usada como analogia à questão da violência estrutural no Brasil. Essa problemática se perpetua por conta da sua naturalização e da impunidade aos crimes.
Certamente, no jogo virtual “Cyberpunk 2077” retrata um mundo futurista e distópico na qual todos estão, graças a admiração pelos nomeados “lendas de Night City”, expostos a violência de forma na qual criou-se uma cultura de tolerância a violência. Semelhante, fora da ficção a problemática é marcante no cenário brasileiro onde o violento é normalizado, especialmente para pessoas que estão vulneráveis socialmente.
Analogamente, no longa-metragem “Cidade de Deus”, é retratada a vida em uma das favelas mais violentas do Rio de Janeiro. Dessa forma, sendo um protesto para combater a violência estrutural, especialmente nas regiões mais precárias, da mesma maneira, de modo igual, ao observar o gráfico das circunstâncias do Brasil hodierno é notório como os estados mais pobres são os mais afetados, sendo claro como o abismo socioeconômico afeta a segurança pública.
Em suma, é crucial que o Estado tome medidas para solucionar o quadro, por meio do Ministério da Educação, implementando políticas eficazes para a conscientização do problema com o objetivo de extinguir a cultura de tolerância ao intolerante, isso inclui uma série de palestras realizadas por profissionais da áreas de sociologia em empresas e escolas.
Ademais, também é preciso que o Poder Legislativo crie leis mais severas que sejam executadas pelo Poder Judiciário, sob a regulamentação dos órgãos de controle, afim de proteger pessoas em situação de vulnerabilidade. Por consequência, assim será combatido o que o filósofo Jean-Paul Sartre descreve como derrota.