Desafios para combater a violência estrutural no Brasil

Enviada em 20/04/2024

No filme “Parasita” é narrada a história da família Ki-taek, que são vítimas da desigualdade social na Coreia do Sul. Os protagonistas usam um porão sujo como casa, realidade comum à classes mais baixas do país.

Infelizmente, tal conjuntura não se resume às telas, sendo a realidade de muitos brasileiros, que impulsionados pelo precário investimento estatal e estigma do país nessa parte da sociedade, acabam sendo privatizados de receber uma qualidade de vida melhor.

Nesse contexti, tal fator se deve ao fato de haver uma grande concentação de renda histórica no Brasil. Desde o período colonial, em que apenas as elites agroexportadoras tinham acesso a educação e lazer, o país é comandado por uma pequena parcela da população, que rege em benefício próprio. Esse fato pode ser observado na atualidade em situações como retomada no Brasil para o “mapa da fome” e a dificuldade se ser aprovado no Congesso leis que aumentam a cobrança de impostos sobre os ricos. Tanto o fator histórico quanto o atual apenas aumental a concentação de renda e desigualdade brasileira.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Governo deve investir na educação dos jovens, para que possam ter uma melhor oportunidade de vida. Espera-se com essa medida uma diminuição do estigma associado a violência estrutural na sociedade brasileira.