Desafios para combater a violência estrutural no Brasil
Enviada em 29/05/2024
De acordo com Michel Focault-filósofo e teórico-,em sua teoria “Microfísica do poder”,aborda como as relações de poder podem ser usados para o controle social.De forma análoga no Brasil,infelizmente,não é diferente,tendo em vista que existem desafios persistentes ao combater a violência estrutural na sociedade brasileira.Nesse sentido,medidas devem ser adotadas para reverter esse quadro que tem como causas a negligência do Estado e a falta de debates.
Diante desse cenário,como um dos desafios a serem enfrentados com o intuito de amenizar os obstáculos para combater a opressão entre muitos brasileiros.Segundo Thomas Hobbes-filósofo inglês-,o Estado é responsável por promover o progresso de toda coletividade.Sob essa ótica,é evidente que a atuação do Governo em relação a essa problemática não está sendo eficaz, visto que há uma carência de solução,tornando assim um impasse para o progresso da coletividade proposta por Hobbes.
Além disso, é de suma importância apontar que além da falta de atuação do poder público,a pouca ou a inesistente discussão é outro dos vários fatores que contribuem para a perpetuação da intolerância no corpo social brasileiro.Conforme a obra “Banalidade do mal” de Hannah Arendt-filósofa do século xx-,em que afirma ocorrer uma naturalização da violência pela ausência de reflexão dos atos por trás dela.Nesse sentido,fica claro que trazer discussões acerca do problema discorrido acaba que indica qual a dificulade principal na medida que existe uma razão mais profunda dessa questão.Com efeito,enquanto não haver debates,a alienação a respeito da continuidade da opressão será uma realidade.
Torna-se evidente,portanto,a necessidade de superar os desafios para combater a violência estrutural no Brasil.Para isso a Mídia,enquanto principal instrumento de informação,deve instruir,por meio das redes sociais e jornais locais,a fim de tornar essas discussões mais frequentes.Tais atitudes tem o objetivo de fazer esses debates serem mais públicos.Talvez assim o Brasil possa contrariar a obra da filósofa Hannah Arendt.