Desafios para combater a violência estrutural no Brasil

Enviada em 15/05/2024

Diante de toda ação há sempre uma reação de igual intensidade”. Essa é a terceira lei de Newton, que basicamente fala que a força é resultado da interação entre os corpos, ou seja, um produz e outro recebe. Nesse sentido, percebe-se que ela representa o desafio de combater a violência estrutural no Brasil, tendo em vista que esse problema acontece em virtude da falta de ação efetiva do Poder Estatal para produzir uma reação eficaz. Logo, cabe analisar essa questão, com ênfase em desigualdade social e na discriminação.

A princípio, de acordo com o filósofo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Nesse âmbito, tanto a falta de conscientização quanto de empatia são consequências de uma atitude reprovável do Estado para com o fato social, tendo em conta que o Poder Público não impede, de modo eficiente, as condutas indevidas de discriminação, corroborando para a persistência da não inclusão social contra os indíviduos desfavorecidos socialmente.

Outrossim, nota-se a ineficiência do Governo para conscientizar a população a respeito do imbróglio. Nessa lógica, Martin Luther King, afirma que “Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”. Sob esse viés, os cidadãos precisam parar de não dar importância a esse tema, visto que verifica-se a falta , sobretudo pela a ausência de apoio terapêutico e educacional adequado. Como não há essa política pública de forma eficaz, percebe-se outra causa do problema, devendo ser, por conseguinte, intermediada

Destarte, fica evidente que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Nesse sentido, é dever do Governo e Ministério de educação ajudar nosso país. Isso será realizado por meio de recomendações, como: criar campanhas; propagandas ; e novelas . Com o intuito de informar a sociedade sobre a existência da discriminação, os seus múltiplos diagnósticos, e a necessidade de apoio social. Ademais, cabe ao Ministério de educação reformular a política educacional do país , mediante reciclagem profissional, com o objetivo de tornar a educação igual para todos, independente de classe social e raça. Dessa maneira, o avanço e a prosperidade do Brasil será intermediado no século XXI.