Desafios para combater a violência estrutural no Brasil

Enviada em 15/06/2024

A partir da colonização dos portugueses, geraram-se inúmeros problemas sociais aos povos formados na recém-nação, tendo em vista que a única finalidade dos europeus era comercializar os recursos econômicos brasileiros. Analogamente, na contemporaneidade, percebe-se que, ainda, nem todas as adversidades foram solucionadas como a questão dos desafios para combater a violência estrutural no Brasil, demonstrando a pouca evolução social em comparação ao Período Colonial. Assim, é necessário o debate sociocultural do tema.

Sob esse viés, é válido ressaltar que a falta de aplicação da legislação brasileira é um fator determinante para a perseverança do infortúnio. De acordo com Thomas Jefferson, ex-presidente dos estadunidense, mas relevante que a criação de uma lei é a sua aplicação. Nesse seguimento, vê-se que essa concepção está corrompida em território nacional, pois a violência urbana se dá de forma constante na sociedade, pela falta da aplicação do direito à segurança, previsto no Artigo 5º da Constituição. Consequentemente, os cidadão vivem em ameaça constante de agressões e assaltos. Posto isso, identifica-se que essa falha normativa é uma das causas do problema.

Ademais, Hannah Arendt, em sua obra “Banalidades do Mal”, discorre sobre a concepção de massificação social, em que todos os indivíduos possuem os mesmos padrões de gostos e comportamentos e são ausentes de consciência crítica. Desse modo, os casos de violência social advém do processo de marginalização ignorado e, consequentemente, não solucionado pelo poder público. Tendo em vista a ausência de senso crítico social, o problema só aumenta e destrói ainda mais a hamonia nos centros urbanos.

Destarte, é imperioso alterar esses obstáculos notórios para o desenvolvimento do Brasil. Para isso, o Ministério da Justiça e as mídias, tais como TV aberta e redes sociais, devem criar campanhas de conscientização quanto aos efeitos danosos da violência em sociedade, buscando atingir principalmente os indivíduos marginalizados com programas de apoio de instrução, por meio do TCU, que irá disponibilizar verbas para essa ação, a fim de pacificar a vida em sociadade. Somente assim será possível solucionar esse percalço herdado da colonização.