Desafios para combater o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros

Enviada em 09/08/2024

Quatro quadro importantes de antigos artístas brasileiros famosos, como o quadro “figura azul” da Tarsila do Amaral, foram roubados de uma casa em São Paulo, segundo o Universo online (UOL). De maneira análoga a isso, percebe-se os desafios para combater o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros. Nesse prisma, destacam dois aspectos importantes: a natureza humana e a falta de segurança desses objetos.

Em primeiro plano, destaca a natureza humana como motivador dos furtos de objetos culturais. Consoante a isso, a natureza humana é egoísta e gananciosa, sempre pensando em si próprio, como dizia Thomas Hobbes em sua obra “leviatã”, “o homem é o lobo do homem”, por esse motivo pessoas mal-intencionadas roubam os artefatos culturais , para poderem vender e lucrar com a venda, beneficiando-se. Sendo assim, conclui-se que a natureza humana contribui para o comércio ilegal de itens culturais.

Além disso, é notória a falta de segurança das obras culturais. Desse modo, os elementos culturais não estão tão seguros, estando em lugares vulneráveis que facilitam suas perdas, como no caso do furto da obra “figura azul” de Tarsila do Amaral, segundo o OUL, o quadro foi roubado dentro de uma residência, isso ocorreu devido à falta de segurança em relação a esses objetos, pois não estavam em um lugar seguro, como um museu, e por esse motivo eles foram roubados. Dessa forma, a falta de um local seguro facilita o roubo de um patrimônio cultural.

Portanto, fica evidente uma necessidade de medidas que venham diminuir os desafios para combater o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros. Por conseguinte, cabe ao Instituto do patrimônio histórico e artístico nacional (IPHAN) aumentar a segurança dos bens culturais , colocando-os em museus com boas estruturas, por meio de verbas, a fim de proteger e combater o tráfico ilícito desses objetos. Somente assim, roubos de quadros importantes irão ser evitados.