Desafios para combater o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros

Enviada em 14/10/2024

Muito se discute sobre a segurança do Brasil, tendo em vista os altos índices de delitos contra o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros, cuja perda é irreparável, pois, são obras únicas, insubstituíveis e de imenso valor patrimonial.

Em dias atuais os fósseis são os bens culturais mais furtados no Brasil, assim como objetos sacros, livros e documentos antigos e raros, de acordo com Zelota. “Em geral, fósseis são extraviados para outras nações por causa de interesses científicos, enquanto páginas de livros e documentos raros podem ser vendidos a preços elevados em leilões. Nenhum desses materiais costuma estar inventariado e oferece fácil manuseio, o que dificulta o controle de furtos e vendas ilegais”, afirma o diplomata. O Brasil ocupa o 26ª lugar na lista de países com maior número de objetos culturais roubados e taxa de recuperação baixa.

A frequência em que os bens são ilegalmente retirados do país vem aumentando a cada dia, após a exportação é feita a venda por maior valor do objeto, os traficantes aproveitam-se da segurança reduzida de sítios arqueológicos e museus para por em prática os furtos ou escavações ilegais; muitos lugares possuem peças raras mas a segurança infelizmente é de baixo nível, assim, facilitando com que os criminosos coloquem os planos em ação.

Diante dos fatos apresentados, o instituto de patrimônio histórico e artístico nacional (IPHAN) uma Autarquia Federal vinculada ao ministério da cultura, poderia intensificar a fiscalização em bens tombados, áreas de entorno, lugares que possuem a guarda desses artefatos valorosos, assim como outras instituições com ajuda do governo podem promover mais segurança.