Desafios para combater o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros
Enviada em 09/10/2024
O filme “Meu Malvado Favorito”, da “Universal Studios”, aborda, de forma humorística, o roubo do monumento Pirâmide do Egito, realizado pelo vilão da longa-metragem, que tinha o intuito de conseguir um valor monetário. Analogamente à obra, infelizmente, no Brasil, tal ação se iguala ao comportamento humano, gerando a falta de respeito aos bens culturais. Dentre tantos fatores sobre tal questão, cita-se a negligência governamental e a má influência midiática.
A princípio, vale ressaltar que a esfera pública é ineficiente. Nesse sentido, cabe citar o filósofo Walter Benjamin, o qual salienta sobre a “aura” da obra de arte e o combate ao tráfico ilícito de recursos patrimoniais brasileiros, priorizando a preservação da autenticidade. Diante disso, uma grande parte populacional é alienada quando se trata de consideração aos ativos históricos, desrespeitando além da herança da Terra dos Papagaios, aqueles que a admiram. Logo, medidas têm de serem tomadas para combater a alienação.
Além disso, é lícito postular que a mídia ainda não sabe lidar com o contrabando. Dito isso, destaca-se o livro “Patrimônio Cultural em Risco”, o qual discute a proteção dos itens artísticos e os desafios enfrentados no Pindorama. Entretanto, a sociedade que está presente a “web”, não se atenta ao perigo que é o comércio ilegal, resultando nas “fake news”, decorrentes da falta de informações sobre o que não é correto fazer para conseguir dinheiro. Desse modo, o corpo social deve se atentar, para a situação não permanecer.
Em resumo, providências precisam ser realizadas para concluir a problemática. Para isso, o Governo Federal- responsável pelo bem-estar de todos- implementará debates sobre o assunto, por meio de palestras com especialistas, a fim de conscientizar a conjuntura atual. Ademais, os cidadãos que utilizam suas redes sociais, vão compartilhar alertas contra fraudes. Só assim, esta realidade será resolvida.