Desafios para combater o tráfico ilícito de bens culturais brasileiros

Enviada em 14/10/2024

No filme “Alerta Vermelho”, da Netflix, tal qual o personagem Noah Booth, rouba um dos três ovos da Cleópatra que esta localizado no museu da itália, o que é visto no atual cenário brasileiro. Com base nessa alegoria, na conjuntura brasileira, evidencia-se que grande parte da nação precisa de conhecimento sobre a exportação de recursos culturais. Diante disso, vale citar dois aspectos: a negliência governamental e a má influência midiática.

Primeiramente, é necessário afirmar que o Estado negligencia o comércio ilegal de obras históricas no Brasil. Quanto a isso, cita-se, que de acordo com o G1, em 2016, mais de 300 livros raros foram furtados na blibioteca universal do Rio de Janeiro e apenas quatro foram recuperados. Deste modo, é fundamental repensar como o poder supremo não faz campanha de combate contra a pirataria de artefatos científicos. Logo, cabe a autoridade estatal resolver tal situação.

Ressalta-se, além disso, que a falta de visibilidade na mídia, faz com que a polêmica não seja debatida. Nesse sentido, vale examinar que esses crimes causam danos na cultura brasiliense. Sob esse viés, cita-se, que de acordo com o UOL, estima-se nas investigações de desaparecimento de patrimôno cultural, que pelo menos 2,2 mil foram exportados do território nacional, o que não é exposto nas redes. Desse modo, donos de sites precisam agir para mudar tal pauta.

Diante dos fatores supracitados, é crucial refletir sobre essas questões e implementar medidas para solucionar tal impasse. Para isso, o Ministério da educação promoverá segurança para as peças artísticas. Ademais, o Ministério da comunicação- órgão responsável pelas telecomunicações- engajará propagandas, nas redes sociais, com o fito de conscientizar a sociedade para a anulação do tráfico de bens culturais. Só assim, esta realidade será resolvida no Brasil.