Desafios para garantir a permanência de lactantes no mercado de trabalho
Enviada em 01/06/2025
Biólogos, médicos e nutricionistas afirmam que o leite materno é o alimento mais nutritivo para mamíferos, o que inclui os seres humanos. Portanto, é essencial garantir a toda criança o aleitamento materno. Adaptando ao cenário nacional, o Estado Brasileiro possui leis qe asseguram às mães o direito de amamentarem seus filhos. Todavia, a realidade não condiz com o que está descrito nos códigos de leis, além de que as mães carecem de mais aparatos legislatórios que possam garantir mais eficientemente suas permaências no mercado de trabalho.
Apesar de no Brasil haver leis que auxiliam as lactantes, existem barreiras na permanência dessas no mercado, pois essas leis não são devidamente cumpridas. Tal fato é observado na ausência de espaços exclusivos para lactantes em ambientes que trabalham mais de 30 mulheres adultas. Sendo assim, muitas são forçadas a pararem de trabalhar para conseguirem cuidar adequadamente de seus filhos. Outra opção, é matricular precocemente as crianças em creches, gerando uma defasagem na relação mãe e fiho.
Desta forma, causa-se um impacto geracional, onde as mães encontram-se em um dilema: amamentar e criar seus filhos de forma “ideal”, sendo forçadas a abandorem seus empregos, ou, o cenário mais real, enviar seus filhos para creches, abrindo mão da amamentação e tempo com esses. Assim, no cenário brasileiro é notório que mesmo havendo assistência do Estado, como a liçensa maternidade, ainda assim, é insuficiente.
Conclui-se, então, que faz-se fundamental que o Congresso Nacional crie mais leis aumentando a assistência às lactantes e que o Ministério Público fiscalize rigorosamente o cumprimento dessas leis, obrigando, por exemplo, que todos os estabelecimentos que trabalhem mais de 30 mulheres maiores de 16 anos tenha um espaço dedicado para as mães assistirem seus filhos. Para que isso ocorra mais depressa e de forma eficaz, é necessário, tamém, pressão popular. Tudo isso, com o intuito de garantir a permanência de lactantes no mercado de trabalho e de forma mais saudável, criando uma sociedade mais empática e consciente.