Desafios para garantir a permanência de lactantes no mercado de trabalho
Enviada em 13/04/2025
Quando um bebê nasce e chega ao mundo, a amamentação imediata se torna prioridade. Segundo a UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância , amentar o recém nascido traz inúmeros beneficios por se tratar de uma alimentação natural com vantagens nutricionais imunologicas e de vinculo entre a mãe e a criança.
Em primeiro lugar cabe pontuar que a amamentação é essencial para a vida do bebê, de acordo com a Organização Mundial da Saude OMS o aleitamento materno é exclusivo durante seis mêses de vida, levando assim os macronutrientes que o recém nascido nescessita nos primeiros mêses de vida que são necessários para seu crescimento saudável.
O artigo 396 da CLT prevê que após o retorno da licença maternidade, que atualmente é de 120 dias, a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho, a dois descansos especiais de meia hora cada um com a finalidade de amamentar o bebê, isto deve ocorrer até que ele complete seis meses de idade e os horários de descanso podem ser definidos entre empregador e empregada individualmente.
Embora no Brasil a amamentação é protegida por várias leis que visam garantir o direito das mulheres de amamentar seus bebês de forma tranquila e sem constrangimentos, as mães quando retornam ao trabalho passam por dificuldades, com jornadas de trabalho inflexiveis, pouca informação no local de trabalho dificultando assim a compreensão dos colegas.
Considerando os apectos mencionados fica evidente a necessidade de ter mais informações sobre o aleitamento materno para a população e em todos os setores de trabalho. Campanhas como o “Agosto Dourado” mês do aleitamento materno deveriam ser mais divulgadas pelo ministério da saúde e pela midia. Dessa forma será possivel garantir um aleitamento materno mais eficaz para mãe e o bebê