Desafios para garantir a segurança de dados pessoais dos usuários da internet no Brasil

Enviada em 03/06/2026

A guerra de Tróia, na antiguidade clássica, foi vencida por uma invenção simples: um presente em forma de cavalo e dentro uma supresa - um ataque estratégico que mudou os rumos do embate-. Analogamente, na contemporaneidade, o Brasil apresenta diversas guerras virtuais por segurança de dados pessoais. Elas ocorrem dentro da internete e se assemelham muita à famosa guerra por usar táticas de igual nome ou semelhança. Os desafios para vencer essas disputas de segurança de dados têm suas raízes no descaso do governo e maus hábitos dos usuários.

Neste contexto, um dos principais impasses para garantir a segurança dos dados é o descaso do governo com a LGPD. Esta situação é evidenciada pelos constantes vazamentos que ocorreram dentro dos órgãos públicos. No caso mais recente envolvendo o INSS, milhares de contas foram comprometidas e os responsáveis governamentais não alertaram quem teve suas informações indevidamente compartilhadas e não foram indenizados. Consequentemente, sem o comprometimento do estado com a própria lei, reforça a sensação de que não é necessário o setor privado a fazer diferente do governo ao guardar informações.

Além disso, outra barreira para a permanencia das brechas nesta guerra, são os maus hábitos dos usuários na rede. Exemplo disso são os usuários baixando pirataria para obter jogos gratuítos, mas acabam por pavimentar um caminho para ter seus dados vazados por executar um vírus escondido no programa. Para reforçar esse problema, muitos vídeos na rede oferecem fácil acesso e tutoriais de como baixar tais programas. Consequentemente, a falsa sensação de segurança, dificultam qualquer defesa se o usuário está comprometido.

Portanto, a superação de dificuldades de segurança de informações é necesserário o governo, por meio do Minstério das Telecomunicações - orgão resposável por esse setor- e Mistério da Educação, devem reforçar a aplicação da LGPD, garantir informação para população e ceder indenizações aos prejudicados. Isso pode ser feito por meio de campanhas itinerantes, formando núcleos locais para educação digital em vários locais como escolas e empresas. A fim de assegurar uma internet mais segura e evitar mais guerras virtuais.