Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 18/10/2018
Revolta da Vacina contemporânea
No século XX, eclodiu a Revolta da Vacina, que foi resultado da desconfiança da população para com o governo da época. A vacina contra febre amarela, varíola, tuberculose e peste - as doenças mais mortais - foi amplamente rejeitada. Nesse período, a população acreditava que seria algo para matá-la ao invés de tratá-la. Embora date o século passado, a desconfiança sobre a vacina ainda é um entrave para o Brasil imunizar seus cidadãos.
De acordo com a Constituição de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro - todos tem direito a saúde. Logo, quando uma epidemia esta preste a ser desencadeada, o Governo deve efetivar a liberação das vacinas para toda população. Tal ato é realizado de modo muito eficiente pelo Ministério da Saúde. Porém, conforme o século XX, muitas pessoas se recusam a se vacinar com medo de efeitos colaterais ou ser um programa para reduzir a população. Como pode ser evidenciado pelos dados do SUS que mais de 20% do público-alvo não tomou a segunda dose da vacina da tríplice-viral em 2016.
De acordo com esses dados, é possível perceber que mesmo sendo uma pequena parcela da população, ela é capaz de desencadear uma epidemia, de febre amarela, por exemplo, capaz de realmente reduzir drasticamente a população. Além disso, essa pequena parcela utiliza as redes sociais para propagar notícias falsa - fake news - sobre as vacinas. Segundo os dados do SUS muitos dentre os que se recusam a se vacinar são consequência das fake news. Ademais, o Ministério da Saúde além de cumprir com seus deveres prescritos na Constituição, tem que também investir altíssimo em campanhas conscientizadoras. Apesar de serem satisfatória, o capital poderia ser melhor investido em medicamentos e nos hospitais. Contudo, para isso é necessário de toda a população já esteja completamente consciente.
Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de superar os entraves para a efetiva vacinação da nação brasileira. Cabe, portanto, a própria população já consciente propague em sua rede social a importância da vacina e denuncie a notícias falsas que encontre, a fim de ajudar o Ministério da Saúde em sua campanha. Outrossim, é o Sistema Legislativo em conjunto com o Judiciário estabeleça multas para fake news que comprometam a saúde da sociedade, para reduzir o índice de recusa a vacinação. Assim, será possível que toda a população se torne consciente e que no futuro o Ministério da Saúde economize dinheiro para investir nos hospitais.