Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 27/10/2018

Épocas passadas, existia um grande índice de doenças causadas pela má gestão pública. Com isso, o governador do Rio de Janeiro implantou a obrigatoriedade da vacina, porém, gerou manifestações contrárias, pois a sociedade brasileira desconhecia de tal efeito injetado à força no corpo humano. Contudo, atualmente programas de incentivo à vacinação crescem gradativamente, tornando-se positivo para a população, conforme, o direito social de cada indivíduo previsto na Constituição de 1988.

Ademais, com a ciência progredindo, vê-se novas formas de erradicar doenças que deixam a sociedade  em estado vulnerável, as vacinas são extremamente importantes para o controle da proliferação global. Entretanto, sabe-se, que geralmente as áreas urbanizadas apresentam uma significativa elevação do precário saneamento básico, pois consistem em lixões a céu aberto e água parada desenvolvendo criadouros de mosquitos, como a dengue, assim, ocorre o surgimento de inúmeras doenças que podem ser fatais.

Se por um lado, temos a falta de saneamento sem o básico, por outro, a um aumento de programas referentes a vacinação para a prevenção, todavia, existe uma significativa parcela da população que não usufrui de seus direitos. Assim, percebe-se que, a falta do acesso pode contribuir para que o sujeito fique suscetível a tais doenças. Concomitantemente, verifica-se que, a falta de informação predominantemente entre as classes baixas, faz-se a evasão contra a vacina, posteriormente, o indivíduo pode contrair alguns prejuízos para a própria saúde. Posto isso, a falta de conhecimento gera impactos no meio social, segundo o educador Paulo Freire - “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda”.

Fica evidente, portanto, a importância do Ministério da Saúde, juntamente com os meios midiáticos, persuadir o público alvo com campanhas para que haja o progresso de vacinações em diferentes regiões brasileiras. Além disso, o governo deve implantar uma coleta seletiva eficiente e melhores condições de saneamento básico a fim de diminuir localidades vulneráveis com altos índices de epidemias. Somado a isso, de acordo com Freire, a contribuição da sociedade deve ser primordial para a extinção de mosquitos causadores de doenças.