Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 23/10/2018

A vacinação consiste em um processo de imunização ativa, pelo qual o paciente recebe os antígenos, a fim de que seus anticorpos os reconheçam, neutralizem e adquiram memória. Nesse sentido, nota-se que, apesar desse ato só possibilitar benefícios, a população brasileira não está se prevenindo das doenças da forma que deveria. Desse modo, torna-se inevitável a discussão acerca dos desafios que envolvem esta problemática, os quais recaem nos âmbitos midiático e econômico.

De início, convém analisar o papel da internet nesse contexto, pois é o canal mais popular do mundo globalizado. Então, como essa rede é dinâmica e de fácil acesso por grande parte da população, surgem as chamadas “Fake News” que contribuíram para o movimento “anti-vacinação”. Este, é assegurado por pais que se negam a vacinar os filhos, colocando-os em uma situação de susceptibilidade, sendo um ato de completa irresponsabilidade moral para com os direitos das crianças e dos adolescentes decretados pelo ECA. Logo, fatores como esse contribuem para o reaparecimento de doenças que já tinham sido erradicadas. Além disso, é necessário destacar a negligência estatal que não fornece a quantidade suficiente de vacinas para os postos de vacinação.

Assim, as pessoas que dependem da imunização fornecida pelo governo, fica à espera de novas remessas, pois não possuem meios econômicos para adquirir a vacina por lugares pagos. Logo, com altos investimentos nesse setor, é possível a erradicação de doenças como aconteceu na Europa, na idade média, com a peste negra que hoje não existem vetores.

Portanto, visto que a vacinação é de extrema importância para a comunidade em geral, são necessárias medidas para recrudescer os índices de imunização. Assim, é preciso que o Ministério da Comunicação deve aumentar a segurança das redes de internet do país, a fim de que se reduza a incidência de notícias falsas. Dessa maneira, será possível proteger a população desses males prejudiciais. Ademais, o Ministério da Saúde deve priorizar a distribuição de vacinas, principalmente em comunidades mais afastadas dos grandes centros urbanos, de modo a proteger uniformemente todos os cidadãos. Desse modo, será possível a prevenção de doenças e também o seu alastramento será freado, proporcionando melhor bem-estar ao povo brasileiro.